Assim sendo, os irmãos abaixo ilustrados adquiriram conhecimentos magníficos nessa mítica expedição. Um exemplo bem ilustrativo da cultura e sapiência da Irmandade, bem como da sua incessante procura pelo saber, está registada na fotografia que apresentamos, onde se podem vislumbrar várias referências importantes:
1. A Cruz de Cristo, em Santiago de Compostela, na Praça de Quintana;
2. O irmão Seixas San e a sua inseparável barbixa;
3. O irmão Rei de Leça antes da operação estética,
4. O casaco Griffe do irmão Velhinho, com a sua majestosa águia increstada em lantejoulas, que no entanto não se encontra visível na fotografia apresentada apenas e só por deficiente manejamento da câmara por parte do fotógrafo.
5. O irmão Masika com camisola rosinha, que dispensa qualquer tipo de comentário da minha parte...

Fig. 1 A irmandade em Santiago
Pouco tempo volvido, assistimos ao casamento do Irmão Rei, que celebrou o seu copo de água a bordo de um paquete, razão pela qual grande parte dos convidados ficou atordoado devido ao consumo excessivo de medicamentos para o enjoo. Infelizmente, o único registo que disponho desse grandioso e único evento é o que se segue, pouco elucidando o caro leitor da voluptuosidade singular da boda. Todavia, o caro leitor consegue descortinar um ou dois particularismos desta fotgrafia, senão vejamos:
1. A noiva, belíssima, como sempre, vestindo um Dior por John Galliano (não irmão Galli, não me refiro a si);
2. O início da TRAIÇÃO no casal. Em frente a todos, a um palmo de sua já esposa, o irmão Rei não perde oportunidade para beijar o seu amigo BBAM.
3. BBAM, por sua vez, envergonhado, procura fugir do irmão Rei de Leça.
Asssustado, com o braço esquerdo, empurra suavemente a bela e jovem noiva para seu companheiro, numa tentativa de tentar demonstrar ao irmão Rei que não pretende satisfazer seus intentos de cariz extramatrimonial.
Fig. 2 A Boda
Duas semanas depois, recuperados deste memórável happening (recuperados das escoriações infligidas pelo irmão Galli num súbito acesso de violência) a Irmandade sofreu um desfalque importante: a ida do irmão Masika para o Oriente.
Para o efeito, realizou-se uma glamourosa festa de despedida onde compareceram 50 amigos.
Todavia, mais tarde veio a descobrir-se que amigos eram só 20, uma vez que bastantes populares que se encontravam nas imediações, ao constatarem que a refeição iria ser de borla, se mascararam de Masika, e disfrutaram, dessa forma de um jantar digno de registo.
Fig. 3 A perfídia dos popoulares.
Nesse jantar, o nosso ilustre irmão Masika, com um visual bem menos distinto do que apresenta nos dias de hoje, discursou sapientemente para os presentes. Os populares que lá se encontraram gostaram do que ouviram, muito embora não conhecessem o orador.
Fig. 4 O Irmão Masika dirigindo-se aos amigos e a alguns populares.
Fig. 5 O irmão Masika, visivelmente combalido, abraçado por um popular.
A História desta Irmandade continuará num proximo post.
Até lá um abraço deste sempre fiel irmão,
Pop