Excelente a ironia de Álvaro Pereira.08 novembro, 2010
05 novembro, 2010
04 novembro, 2010
PARA SEMPRE, AFONSO!
Mártir porque, apesar de ter encontrado um dador de medula óssea e de ter realizado o seu transplante, teve complicações de saúde posteriores que lhe trouxeram grande sofrimento, mas que ele suportou com uma coragem invulgar.
Herói porque, amparado numa família extraordinária, mobilizou em Portugal e noutros países dezenas de milhar de dadores de medula óssea. Os heróis são os que partem, não os que ficam. E pelo movimento fraterno de solidariedade que se gerou por causa do seu sofrimento, com os dadores que por ele se inscreveram, muitas outras crianças se salvarão.
O Afonso só pode ter partido para um lugar onde a Luz irradia sobre o mundo, e que acolhe agora o seu bonito e intenso olhar."
Domingos Duarte Lima - Fundador da Associação Portuguesa contra a Leucemia
Fica em Paz!!!
13 outubro, 2010
Coisas da Bola

Miguel Guedes. Quando era adolescente apreciava a música que fazia nos Blind Zero. No Trio-de-ataque, acho que começou mal. Deu explicações a mais e parece não esquecer uma espécie de complexo de inferioridade que se apodera muitas vezes do adepto do FCP. Falou em “necessidade de atacar” e uma vez mais deixou no ar que o FCP é perseguido pelos mais variados agentes desportivos. A mim não me agrada este discurso. Parece-me, simplesmente, que o FCP é melhor e tem-no sido desde que me lembro de ver futebol. Os títulos conquistados em Portugal e no estrangeiro são a prova insofismável dessa supremacia. Não adianta divergir e inventar cenários de perseguição e de caça às bruxas, isso apenas nos coloca no mesmo patamar dos adversários que tentam não admitir que somos melhores.
08 outubro, 2010
Crise: Deputado esfomeado reivindica jantar na cantina da ARO deputado do PS Ricardo Gonçalves gostava de ter a cantina da AR aberta ao jantar. Isto porque 3700€/mês que aufere "não dão para tudo". Fiquei com um "aperto no coração" ao ler isto.
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Pensava que nada me podia surpreender na política, mas eis que um deputado me acorda para a triste realidade: Portugal. O absurdo é o limite. O horizonte da estupidez ganha novos desígnios e contornos todo o santo dia. Ao deputado Ricardo Rodrigues dos gravadores junta-se agora o deputado Ricardo Gonçalves das refeições. Se o primeiro meteu gravadores no bolso. Este afirma que o que lhe põem no bolso não chega para tudo, mesmo que seja um valor a rondar os 3700€/ mês. Uma miséria. "Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer" Correio da Manhã(vou fazer uma pausa para ir buscar uns kleenex...) O corte de 5% nos salários irá obrigá-lo, como "deputado da província", a apertar o cinto e consequentemente o estômago, levando-o a sugerir com ironia mas com seriedade (!?) a abertura da cantina da AR para poder jantar. Uma espécie de Sopa dos Pobres mas sem pobres e sem vergonha. Só com políticos, descaramento e sopa. "Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá" Valerá a pena acrescentar alguma coisa? Não me parece. Só dizer que as almôndegas que comi ao jantar não se vão aguentar no estômago durante muito tempo depois de ter feito copy/paste desta declaração Mas continuando a dar voz ao Sr. Deputado: "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira". Pois é, coitadinhos, andam todos a pão e água. Alguns são meninos para largar os bifes doGambrinus. Bem sabemos que os grandes sacrificados do novo pacote de austeridade do Governo vão ser os senhores deputados. Ninguém tinha dúvidas quanto a isto. E ajuda a explicar o "aperto de coração" que o Primeiro-Ministro sentiu ao ter de tomar estas "medidas duras". Sabia perfeitamente que ao fazê-lo estava a alterar os hábitos alimentares do Sr. Deputado Ricardo Gonçalves, o que é lamentável. Que tal um regresso à província com o ordenado mínimo e um pacote senhas do Macdonalds? Ser deputado não é o serviço militar obrigatório. Pela parte que me toca de cidadão preocupado está dispensado. Não o quero ver passar necessidades. Há quem sobreviva com pensões de valor equivalente a 4 dias de ajudas de custo do senhor deputado. Quem ganha o ordenado mínimo está habituado a privações, paciência. Agora com 3700€ por mês e 60€/dia de ajudas compreendo que seja mais difícil saber onde cortar. Podíamos começar por cortar na pouca-vergonha. Mas isso seria pedir demais. |
07 outubro, 2010
Ser ou não ser
O benfica começou o campeonato nacional a não jogar a "ponta d'um chavelho", naturalmente, apareceram as derrotas - Nada que não faça parte das mais basilares regras da competição.
O problema começou quando os dirigentes da colectividade decidiram bombardear a comunicação social com declarações absurdas que culminaram no apelo ao boicote aos jogos disputados fora de casa...Uma Vergohna pegada!!!
Sucede porém, que a brincadeira não ficou por aqui, e qual Egaz Moniz, de corda ao pescoço rumo a castela, o presidente da comissão de arbitragem da liga convocou uma conferência de imprensa com o objectivo de crucificar o arbitro da partida disputada com o VSC (e único representante da arbitragem portuguesa no campeonato do mundo de futebol).Moral da história, os dirigentes do benfica rejubilaram com o "circo" e ficaram felizes para sempre.
Umas semanas volvidas, o FCP sentem-se prejudicado pela arbitragem no mesmo estádio. O treinador demonstra-o na conferência de imprensa que se seguiu ao jogo a sua opinião de desagrado para com o árbitro. Acontece que, depois de rever um dos lances polémicos do jogo o treinador chega à conclusão que não foi completamente justo e resolve retratar-se das críticas relacionadas com o mesmo lance. Goste-se ou não de André Villas Boas, tenho para mim que a atitude foi honrada.
O mesmo não pensa Luís Filipe Vieira que veio apelidar a atitude de infeliz….no futebol anda mesmo tudo do avesso.
06 outubro, 2010
Cala-te pá
Ouvir Jorge Sampaio a apelar ao bom senso dos partidos a fim da estabilidade política do país dá-me vontade de rir. Só tenho pena que ele não tenha pensado da mesma maneira quando decidiu dissolver uma assembleia da república legitimamente eleita para exercer as suas funções.
100 anos de República

Como não poderia deixar de ser, dada a importância e a proximidade da efeméride, a revista do último Expresso inclui várias reportagens sobre os 100 anos da República Portuguesa.
Será que ainda não se percebeu que a única diferença que se discute é a eleição (ou não) do Presidente da República e que consequentemente o que está em causa são os poderes que lhe são conferidos pela constituição.
A maior parte diz que o rei, sendo criado desde a nascença para ser chefe de estado, está necessariamente mais bem preparado do que o “comum dos mortais” que o insolente do Povo decidiu eleger Presidente da República. (Exemplos disso serão certamente os príncipes do Mónaco, ou até os membros da família real Inglesa que amiúde nos brindam com a excelência dos seus comportamentos).
Depois há também quem diga que as monarquias são países mais desenvolvidos. Outro argumento perfeitamente demagogo. Não será certamente pela acção de Isabel II que a Inglaterra é um país mais evoluído que Portugal, nem foi, por certo, pelos conhecimentos macro económicos de Juan Carlos que a Espanha alcançou o crescimento económico dos anos 90. O mesmo se passa com a generalidade das outras monarquias europeias e mundiais.
Para além disso, há ainda os exemplos dos países republicanos que integram o G8 - EUA, Alemanha, França e Russia, que não sendo monarquias não deixam de constituir uma maioria no grupo dos mais desenvolvidos economicamente.
A mim ninguém ainda ninguém me convenceu que a monarquia enquanto sistema é mais justo, mais democrático e menos falível que a República. Pelo contrário, parece-me que a hereditariedade do poder não é mais do que uma descarada violação do princípio da igualdade que não permite a qualquer um ser chefe de estado do seu país.
É certo que a República também nos impinge os “Mário Soares” desta vida, mas isso é uma espécie de preço a pagar pela veleidade de permitir a todos sem excepção, a possibilidades de virem a ser chefes de estado do seu país.
30 julho, 2010
A.O.S.
Os primeiros (de entre os quais se destaca uma quantidade crescente de jovens – coisa inimaginável há uns anos atrás) falam das glórias e do esplendor do passado, da pujança do mundo português e ainda da seriedade e respeitabilidade do Sr. Presidente do Conselho. Do lado oposto, destacam-se as perseguições da PIDE, a guerra do ultramar e a iliteracia do Povo como resultado da “governação facínora”.
Eu costumo, divertir-me a assistir à troca dos “galhardetes”. Na maioria das vezes fala-se com grande desconhecimento de causa porque se confundem conceitos e acima de tudo porque se fazem análises baseadas em premissas absolutamente erróneas.
Eu não sou dos que o idolatram nem nunca votaria nele como o melhor Português de sempre. Na verdade reconheço-lhe defeitos e virtudes mas acima de tudo tento enquadrá-lo no período em que viveu, sem nunca esquecer que foi um ditador – mais ou menos violento, mas foi um ditador. Não acho que Portugal precisasse dele ad eternun, mas reconheço-lhe o valor de ter conseguido ajudar o país a ultrapassar um dos momentos mais difíceis da sua história.
Para mim, Salazar foi um homem do seu tempo, tinha valores, formas de pensar e de actuar que deverão ser enquadradas à luz do tempo em que viveu e governou. Descontextualizá-las significa deturpar a realidade dos factos e carrear para a discussão soluções estéreis e meramente especulativas que em nada poderão contribuir para uma correcta apreciação dos factos.
As notícias relacionadas com a sua morte que têm sido publicadas por jornais de referência portugueses são ridículas e fazem antever o que será a chamada “silly season” deste ano. O que interessa agora quanto dinheiro se gastou com os seus tratamentos paliativos? Quem quer saber a proveniência do ventilador a que esteve ligado? Para quê recordar o número de médicos que o assistiram enquanto esteve enfermo?
Se não há mais nada para escrever, não o façam. Escusam é de nos insultar com essas pseudo notícias.
12 julho, 2010
Bota os olhinhos Queirós
Por esta altura deve haver cerca de 45 milhões de espanhóis que estão a delirar com a vitória da sua selecção. Do lado português da fronteira o sentimento não deve ser bem o mesmo (Português que se preze não vibra com vitórias espanholas, nem que sejam no mundial de caricas!!!).
Contudo, como diz o ditado, “não há regra sem excepção”. Carlos Queirós deve estar felicíssimo porque encontrou (finalmente!!!) um forte argumento para justificar/desculpar a derrota portuguesa no campeonato do mundo. “Perdemos, mas perdemos com o campeão” – dirá ele. Aliás, a juntar às pérolas que têm sido ditas pelo nosso seleccionador nacional, parece que já o estou ouvir a dizer:
“Portugal foi a melhor equipa do campeonato do Mundo. Perdeu apenas um jogo e foi contra o vencedor do torneio. A própria selecção vencedora, a Espanha, perdeu também um jogo e nem sequer foi com uma grande equipa. É por isso que acho que a Portugal deveria ser considerado como a melhor equipa do torneio.”
Já não nos chega o azar de os termos por perto, agora ainda vamos ter que os aguentar como “campeões do mundo”……Dammmmmmmmmm it.
Abraço
09 julho, 2010
25 junho, 2010
Portugal 2 - Brasil 1
22 junho, 2010
Até os comemos!!!!
Mas que grande jogatana. Que bom foi ver Portugal a jogar daquela maneira. Entrámos na partida com alguma ansiedade mas depois de uns minutos passados e de um par de bolas ao ferro, lá conseguimos marcar o tão desejado golo. A seguir foi só jogar aquilo que sabemos. Parabéns a todos os jogadores e obrigado pela imensa alegria que ontem me deram.17 junho, 2010
2nd Round
Não fosse o facto de Portugal ter feito um jogo paupérrimo, quase me atrevia a dizer que o nosso resultado não foi tão mau como parece. Pelo menos quando comparado com as prestações de equipas bem mais cotadas do que a nossa.
Com a excepção da Alemanha, acho que as principais equipas presentes na competição desiludiram. A França, a Inglaterra e a Itália empataram, o Brazil e a Argentina ganharam pela margem mínima e a Espanha (uma das super favoritas) até perdeu o jogo de estreia com uma selecção bastante modesta.
Sendo assim, finda a primeira jornada, resta saber qual das equipas que referi vai ter a capacidade de melhorar a sua prestação. A avaliar pelo que fizemos, acho que Portugal não irá fazer muito melhor. Oxalá me engane.
Abraço e boa "bola"!





